Lixo comum hospitalar
O local de geração, sozinho, não torna um resíduo infectante. Em serviços de saúde, os resíduos do Grupo D são aqueles sem risco biológico, químico ou radiológico, equiparáveis aos domiciliares. Sua identificação correta evita misturar materiais que precisam de rotas distintas.
Separar antes de coletar
A equipe do estabelecimento deve seguir o PGRSS e os procedimentos de segregação. Um material misturado com resíduos de risco não deve ser considerado comum apenas porque parece limpo.
Destinação adequada ao material
Resíduos sem esses riscos seguem a destinação compatível com as suas características. A Recol coleta resíduos recicláveis ou não, mas não realiza reciclagem. Nem todo resíduo hospitalar necessita de incineração ou autoclavagem: a rota depende da sua classificação.
Uma operação organizada
A Recol pode estruturar o gerenciamento a partir do diagnóstico da geração e das necessidades da unidade. A proposta define os serviços compatíveis com os resíduos e a localidade atendida. A coleta de lixo comum (Grupo D) é feita apenas em Goiânia e Aparecida de Goiânia.
Veja também
Fontes: Anvisa: gerenciamento de resíduos de serviços de saúde · Anvisa: perguntas e respostas sobre a RDC nº 222/2018 (PDF)
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